
Amigos...
O blog pode também servir para desabafar e é o que vou fazer hoje...
... estou meio down.
Acabei de fazer um teste com duas versões (de acordo com as dificuldades dos meus alunos do 319/). Será que vale a pena tanta canseira? o tempo está a passar não tenho tempo para nada ... terça-feira é o Conselho disciplinar daquele morcão da minha direcção de Turma... Puxa vida!!! E a reflexão crítica sobre a Acção? ? Cadê imaginação, tempo e paciência para a escrever? ... Que o fim de semana me dê outro alento. Bjs.
4 comments:
Olá Clara admiro a criatividade e sensibilidade que demonstras-te ter na construção do teu blog. Gostaria de partilhar contigo algumas das minhas descobertas poéticas, conheces este senhor?
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Por cada homem enfurecido há sempre
dois ou três que o acalmam com palmadinhas nas costas,
por cada chorão, muitos mais limpadores de lágrimas,
por cada homem feliz, uma profusão de infelizes
a querer aquecer-se no calor da sua alegria.
E todas as noites pelo menos um homem
não consegue encontrar o caminho de casa
ou a sua casa mudou-se para outro lugar
e ele vagueia pelas ruas,
supérfluo.
Uma vez estava com o meu filho pequeno na estação
e um autocarro vazio passou por nós. O meu filho disse:
“Olha, um autocarro cheio de gente vazia.”
Yehuda Amichai (1924-2000), poeta israelita.
Visita estes links
http://www.newyorker.com/fiction/poetry/2007/06/11/070611po_poem_amichai
http://www.ithl.org.il/amichai/
Um beijinho Rui Conceição
A originalidade é o factor de imprevisíbilidade na lógica da comunicação, o qual desencadeia as profundas emoções. Pelo contrário a mediocridade é a reiteração banal do discurso previsível na procura de suscitar a mesma sensação quando se dá o mesmo estímulo mas, como não reagimos directamente ao estímulo senão à consciência que temos dele, o resultado é sempre imprevisível. Na obra de arte a imprevisibilidade é permanente e sempre descobriremos uma emoção nova em cada aproximação a ela. Na obra medíocre a sensação de tédio nos vai envolvendo em cada novo contacto e degradando as emoções até o nível de baixas paixões. Mas a mediocridade tem hoje um grande prestígio social porque controla os fios do poder e nos libra de pensar. Um medíocre é aquele que nos oculta informação e se evade de apresentar-nos aos seus amigos porque ao carecer de ideias próprias não quer revelar as suas fontes. O medíocre é um namorado que vai tornando em falso juramento as sucessivas juras de amor eterno. O medíocre parece feliz e não percebe quão estupidamente vai consumindo a sua vida e, se preciso é, ampara-se na inflexível letra do regulamento ou catecismo para defender a sua quota de poder. A originalidade é criativa e diversa. A mediocridade é global e destrutiva.
Agora,sim...Também me caíu tudo!
Afinal aonde é que a malta arranja tempo para tanta coisa? Visitei o blogg da nossa curiosinhae...tanta coisa(e boa)A xatice é que é a hora do jantar e ainda tenho de ir ao mercado...E o teu?Fiquei extasiada com o bébé...Tu,as imagens e os e-mails...E o Rui?Lindo o que escreveu.E a Lua prateada....?E o tempo que já não tenho?Afinal,ainda vou ao mercado...
Aonde arranja a malta tanto tempo?
Amiga(deixa chamar-te assim pois é o que sinto),fiquei muito sensibilizada com as tuas palavras.Mas que raio de loucura temos nós e que força nos move para sermos tão fortes??Sexo fraco, nós as mulheres??Acho que quem inventou esse conceito foi um machão invejoso incapaz de ter tal força.Afinal somos ou não uma força da Natureza que tem a responsabilidade de parir,amar,sofrer,chorar...eu sei lá mais o quê...
Beijocas muito fôfas
Carmen
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